A Sutil Arte de Ligar o Foda-se
Filosofia , Política , Psicologia , Saude , Teoria e Crítica / 15 de Janeiro de 2018

Chega de tentar buscar um sucesso que só existe na sua cabeça. Chega de se torturar para pensar positivo enquanto sua vida vai ladeira abaixo. Chega de se sentir inferior por não ver o lado bom de estar no fundo do poço. Coaching, autoajuda, desenvolvimento pessoal, mentalização positiva – sem querer desprezar o valor de nada disso, a grande verdade é que às vezes nos sentimos quase sufocados diante da pressão infinita por parecermos otimistas o tempo todo. É um pecado social se deixar abater quando as coisas não vão bem. Ninguém pode fracassar simplesmente, sem aprender nada com isso. Não dá mais. É insuportável. E é aí que entra a revolucionária e sutil arte de ligar o foda-se. Mark Manson usa toda a sua sagacidade de escritor e seu olhar crítico para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. E ele faz isso da melhor maneira. Como um verdadeiro amigo, Mark se senta ao seu lado e diz, olhando nos seus olhos: você não é tão especial. Ele conta umas piadas aqui, dá uns exemplos inusitados ali, joga umas verdades na sua cara e pronto, você já…

O Caminho de Casa
Biografia , Contos , Historia , Política , Teoria e Crítica / 11 de Janeiro de 2018

Yaa Gyasi tornou-se um dos nomes mais comentados na cena literária norte-americana em 2016. Seu romance de estreia, O caminho de casa, recebeu resenhas dos mais importantes jornais e revistas do país, alcançou a disputada lista dos mais vendidos do The New York Times e foi incluído na prestigiosa lista dos 100 livros notáveis do ano do mesmo jornal. Com uma narrativa poderosa e envolvente que começa no século XVIII, numa tribo africana, e vai até os Estados Unidos dos dias de hoje, Yaa mostra as consequências do comércio de escravos dos dois lados do Atlântico ao acompanhar a trajetória de duas meias-irmãs e das gerações seguintes dessa linhagem separada pela escravidão. Effia e Esi, irmãs que não se conhecem, nascem em duas aldeias tribais diferentes de Gana. Effia, a moça mais bonita do lugar, é vendida pelos pais para um colonizador inglês chamado James, e viverá com conforto nas salas palacianas do Castelo de Cape Coast. Quey, seu filho mestiço, será enviado para estudar na Inglaterra antes de voltar à Costa do Ouro para servir como administrador do Império. Mas sua irmã Esi terá outra sorte: encarcerada abaixo dos aposentos de Effia, no calabouço das mulheres do castelo, ela…

1499: O Brasil antes de Cabral
Historia , Pré-História / 9 de Janeiro de 2018

Se você acha que a pré-história brasileira não passou de um interminável marasmo, povoado por pequenas tribos de índios nus que viviam em ocas rudimentares e assavam lambaris no espeto para o jantar, está na hora de ler este livro. Um conjunto impressionante de novos estudos arqueológicos tem revelado que o Brasil anterior à chegada de Cabral, longe de ser um vazio primitivo, tinha populações densas, tradições artísticas vibrantes e “superaldeias” que mais pareciam cidades em plena Amazônia. Nestas páginas, você vai acompanhar toda a saga dos primeiros povoadores deste pedaço da América do Sul, da chegada a um continente então dominado por dentes-de-sabre e tatus gigantes ao surgimento de sociedades complexas e construtoras de grandes monumentos. Saiba como uma mulher das cavernas azarada, caciques com mania de grandeza e conquistadores canibais estão revolucionando o que sabemos sobre o Brasil antes de Cabral Esqueça a velha ideia de que, antes da chegada dos portugueses, o Brasil não passava de uma vasta extensão de mato povoada por um punhado de índios. A saga pré-histórica do país, que está sendo desenterrada por uma nova leva de estudos arqueológicos, inclui metrópoles “perdidas” em plena Amazônia, redes de comércio vibrantes, grandes monumentos e tradições…

Império
Historia , Política / 4 de Janeiro de 2018

Na época que antecedeu a Segunda Guerra Mundial, o Império Britânico cobria mais de um quarto da superfície terrestre. Ainda que, para as novas gerações, esse período possa ser visto como nada além do que uma época remota, o momento é propício para uma reavaliação. Neste novo trabalho, Niall Ferguson argumenta que o império britânico não deve ser visto apenas como um passado vitoriano, mas sim, como o berço da modernidade. Quase todas as características existentes no século XXI podem ser identificadas na extraordinária expansão econômica, populacional e cultural da Grã-Bretanha desde o século XVII até a metade do século XX: economia globalizada, revolução nas comunicações, mudanças raciais na América do Norte, a noção de humanitarismo, a natureza da democracia. Com a originalidade e o rigor que fizeram do autor um destaque entre os historiadores britânicos, Ferguson mostra que, longe de ser um assunto nostálgico, a história do Império Britânico está repleta de lições para o mundo atual.

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